terça-feira, 1 de maio de 2007

i.n.v(f).e.r.n.o

Jú Mancin

d °_° b Prantos do poeta, Cartola

...e diante da morte tudo se torna tão pequeno.
O que faz sentido?
A vida escorrendo por entre ralos, rumando-se pra um canto escuro...
O que vale a pena? Tudo, quando a alma não é pequena, já disse Pessoa.
O que é tudo diante desse grande nada?
Vida que vem e vai.
E entre lágrimas meu pensamento procura o teu.
Não há corpo, nem matéria. Só saudade.
A vida tá pouca pra tanta vida.
O tempo voa e eu aqui, parada, pensando em ausências.
Preciso de novas asas...

3 comentários:

SAMANTHA ABREU disse...

Olááá!
que legal essa terra encantada aqui!
quero primeiro agradecer a visita, e pedir que volte seeeeempre!

depois quero comentar que a penso que a vida é um punhadinho de areia que a gente tenta segurar nas mãos. Mas, essa areia é fofa demais pra maos já cansadas.
Cedo ou tarde ela escapa por entre os dedos. às vezes isso é bom, e alguns dão o nome de liberdade.
outros, desesperados, dão o nome de "abismo".

que loucura, né!

Beijos

Sérgio, Tiago e Raphael disse...

Pode usar as minhas, elas ainda voam muito...muuuuiiito mesmo. rs!

Eu terei de colocá-las num canto, esquecê-las por um tempo, porque utilizarei minhas nadadeiras, minhas guelrras, serei do mar agora e lá me afogarei, em lágrimas duma saudade muda. (rs olha as lágrimas querendo brotar de meu rosto...)

Use minhas asas e me devolva muito gasta!!!!

(rapha)

GMacin disse...

Ah ju e lu. Este poema é esta semana.

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